
- Dá-me um abraço!
- Claro! Mas o que tens?
- Nada. Só quero um abraço. Assim apertadinho, de aconchego.
- Como nada? Ninguém quer um abraço assim só por querer.
- Eu quero.
- Pronto. Eu dou.
- Não. Assim não. Não me queres dar um abraço.
- Então? Claro que quero! Gosto sempre de te abraçar.
- Mas com razões. Não é a mesma coisa.
- Não?!
- Com razões é conforto.
- E sem razões é o quê?
- É amor.
Sinto falta do teu abraço forte e apertado, aquele que me protegia da tristeza da insegurança, do medo, da dor...sinto...e tu serás que sentes?
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